segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
a todos os que por cá passarem (:
feliz naaatal, meu meninos c: que o vosso natal seja o melhor de todos os tempos e que estejam todos rodeados daqueles que mais amam c: eu, estou, com certeza.
sábado, 22 de dezembro de 2012
a carta (por 1 portugal melhor)
partilho aqui o vídeo que está a correr as redes sociais portuguesas. porque também eu sou jovem, também eu tenho o futuro nas mãos; mas também eu estou nas mãos dos grandes. partilhem.
das más escolhas.
houve um dia em que, num estado doentio, espero eu, enquanto debatia qual de dois livros comprar, me decidi mal. escolhi o da margarida rebelo pinto e deixei o comer, orar, amar na prateleira. claro que mais tarde chorei muito o meu dinheiro, mas de qualquer forma, esta semana redimi-me. fui à fnac e comprei o comer, orar, amar, em edição de bolso.
depois do natal, vou divertir-me à grande!
btw, já alguém comprou livros de bolso? a mim pareceu-me uma boa compra, o mesmo livro, mas mais barato. se gostar disto sou capaz de começar a preferir este tipo de livros aos normais.
como é que conheceram a vossa cara metade?
vi num blogue (este fantástico blogue) que sigo desde praticamente os meus primórdios da bloguosfera esta mesma questão e quis experimentar perguntar-vos a mesma coisa, como é que conheceram a vossa cara metade? e já agora, qual é a sua melhor característica, aquela que vocês mais gostam?
agradeço a vossa colaboração (:
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
santa baby
este natal, só pedinchei duas coisinhas aos meus pais. coisinhas que me derretem o coração de cada vez que as vejo. coisinhas que me fazem suspirar e voltar a suspirar. até ao dia 24 - espero - suspiro. depois disso serei feliz, na cozinha e de botas calçadas quer seja dia, quer seja noite.
prazeres divinos, de nigella, a rainha da cozinha
botas campino da bershka (ou umas ou outras)
sou extremamente fácil de agradar. meia dúzia de peças de roupa, ou sapatos, e uns quantos livros, e sou uma miúda feliz.
fica a dica.
na segunda feira à tarde a sic vai transmitir em suposta estreia televisiva, o rei leão. quando vi o anúncio surgiram imediatamente milhões de perguntas à minha cabeça - por exemplo, se era por o fim do mundo estar a chegar, que eles se tinham lembrado de deixar para lá o sozinho em casa e se tinham começado a pensar que se calhar a televisão nacional também merece boas sessões de cinema. enfim. de qualquer das formas fica a dica, o melhor filme de animação de todos os tempos, no dia 24, na sic .
das últimas prendas de natal
este ano o meu orçamento para prendas não existiu. é tudo uma pobreza, o meu pai recusou-se a dar-me emprego remunerado - porque eu lhe exijo 5€ à hora. e para além do mais, não quis pedir muito dinheiro aos meus pais para comprar presentes para o pessoal. só pedi mesmo o essencial e trouxe a minha mãe comigo para aprovar orçamento.
depois de ter comprado a prenda do meu namorado - a qual vos poderia descrever e até mesmo mostrar, não fosse o malandro passar a vida aqui metido a ler o que escrevo - e ter ajudado a minha mãe na escolha das prendas para a família; depois de ter até comprado uma carrada de livros para mim, com um cheque da fnac que ganhei num concurso da minha escola, (tenho de vos mostrar os desenhos animados que fiz, agora que o concurso acabou posso divulgars aquela maravilhosa obra de arte) e na wook, que no dia 12 fez um desconto de doze euros em encomendas acima de trinta; só faltava o presente para a pessoa mais especial na minha vida - a minha querida mãe.
hoje, foi o dia. combinei tudo com o meu pai. fui à natura e comprei-lhe a mala, aquela à qual ela tantos olhinhos fez, enquanto comprávamos os presentes para as minhas tias.
depois de ter comprado a prenda do meu namorado - a qual vos poderia descrever e até mesmo mostrar, não fosse o malandro passar a vida aqui metido a ler o que escrevo - e ter ajudado a minha mãe na escolha das prendas para a família; depois de ter até comprado uma carrada de livros para mim, com um cheque da fnac que ganhei num concurso da minha escola, (tenho de vos mostrar os desenhos animados que fiz, agora que o concurso acabou posso divulgars aquela maravilhosa obra de arte) e na wook, que no dia 12 fez um desconto de doze euros em encomendas acima de trinta; só faltava o presente para a pessoa mais especial na minha vida - a minha querida mãe.
hoje, foi o dia. combinei tudo com o meu pai. fui à natura e comprei-lhe a mala, aquela à qual ela tantos olhinhos fez, enquanto comprávamos os presentes para as minhas tias.
carteira de malha natura, 26€
confesso que para mim a mala roça um bocado em tieza e fufura a mais, mas ela desde que chegou aos trinta e cinco anos é assim mesmo, um bocado mais tia e um bocado mais fofa do que havia sido até então. é a minha mãe e quase cinco anos volvidos desde o seu salto do ipiranga, até já nos habituamos e quase abraçamos esse seu lado mais adulto com todas as nossas forças e todos os dias.
de qualquer forma...
não é que ela tem ralhado comigo o dia todo? anda impossível, a chatear-me, que não pus os pés em casa, e que não lhe ligo nenhum, e que não honro os meus compromissos e que ainda não me disseste o que andas a tramar com o teu pai.
e eu suspiro, pronto. que quando ela está assim é melhor nem levantar os olhos para a encarar, que o mundo tende a vir abaixo - e só estou pronta para que isso aconteça amanhã.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
da maternidade
ultimamente tenho lido por essa blogosfera fora, muita coisa acerca da maternidade - ora a dizer suuuuper bem, ora a dizer suuuuper mal. e só porque também sou mulher - embora ainda uma mulher pequenina - e porque tenho opiniões próprias, decidi debater comigo mesma e com vocês este tema.
desde muito miúda que quero ser mãe. nunca soube ao certo que profissão queria ter, nunca soube ao certo se me queria casar ou não, se queria ter uma casa grande ou uma pequena, ou se queria ou não ter um animal de estimação, ou um jardim cheio de plantas. mas desde miúda que sei que quero ser mãe; e não muito tarde.
a realidade é que os tempos estão fracos e as taxas de natalidade mostram isso mesmo. está mau para se ter bebés. as pessoas habituaram-se a um nível de vida muito bom e por vezes, ceder nas férias ou nas compras do mês, ou mesmo na companhia do marido para se ter um filho é chato. eu imagino que seja uma grande reviravolta na vida de um casal. e acredito mesmo que o tempo esteja mal para se ter filhos, às vezes não há dinheiro nem para se pôr comidinha todos os dias na mesa. mas não me acredito - e corrijam-me se estiver enganada, por amor de deus - não consigo acreditar que seja por falta de dinheiro que este pessoal não tem filhos.
uma coisa é estar desempregada, o marido estar desempregado, andar para aí a pedir e dizer que não se tem dinheiro para se ter filhos. porque aí as pessoas não têm mesmo dinheiro para ter filhos. outra coisa é ter uma casa, ter comida para pôr na mesa, ter dinheiro para se ter internet e televisão por cabo, dinheiro para gastar em roupa, para gastar em todos os produtos para o cão e para o gato e para o periquito e para a iguana e ainda fazer uma ou duas viagens ao estrangeiro por ano e dizer que não se tem dinheiro para filhos. porque é que não se diz logo que não se quer ter filhos? que é chato perder noites de sono? e deixar de comprar carteiras prada? e talvez, sei lá, deixar os saltos altos e os sutiãs copa c e as maminhas duras de jovem adolescente? porque é que não se diz logo que as crianças são muito muito lindas - mas no colo dos outros?
antigamente não se tinha dinheiro nem para comprar uma sardinha para cada um dos membros da família, e tinha-se nove e dez filhos. hoje, não se tem nenhum filho, e compra-se dez sardinhas para cada um dos membros do casal.
não estou aqui a dizer que as pessoas são obrigadas a ter filhos. isso tem a ver com os ideais de cada um. só gostava de deixar de ouvir desculpas e começar a ouvir verdades.
o que é que vocês acham?
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
não cheguei a contar-vos, mas o meu tio que monta sistemas de vigilância nos shoppings e hipermercados que todos conhecemos, caiu há duas semanas de uma altura de quatro metros, enquanto trabalhava num novo hipermercado.
não só caiu, como caiu em hora de expediente - o hipermercado estava aberto, já - e caiu à beira de uma menina de caixa que estava grávida e a atender uma enfermeira, pelos vistos.
essa, diria eu, foi a maior sorte dele. caiu e a enfermeira tratou logo de o imobilizar, de fazer com que o danos fosses o menos graves possível.
só partiu um pulso. hematomas? nem vê-los. anda de braço ao peito e está impedido de trabalhar por dois meses.
amanhã vou lá para casa dar-lhe mimos, que ele bem merece.
domingo, 16 de dezembro de 2012
vamos cortar esta tarde da minha vida, sim?
eu não me acredito que a minha mãe me obrigou a gastar dez euros do meu saldo para ligar ao longo da tarde para o programa da tvi - uma vez que eles estavam a oferecer 50.000€ - e ganhou uma senhora qualquer de águas santas. eu de facto às vezes sou muito bambi.
o natal e o fim do mundo.
o mundo acaba dia 21 e eu vou estar a enfardar-me de pizza no cais de gaia com o pessoal da minha turma, para celebrar o natal. sim, é verdade, vamos à pizzahut celebrar o natal no último dia das nossas vidas. mas somos felizes, a sério.
sábado, 15 de dezembro de 2012
"As palavras são minhas, de mais ninguém! Eu sou
dona delas e não tenho que dar justificações de nada que esteja relacionado com
elas, seja a quem for. Eu escrevo sobre o que quero e me apetece; quando quero e
quando sei que vai ser produtivo. Não gosto de ser interrompida, não gosto de
dizer nada, não gosto de ouvir música, quando o faço, nem de ouvir vozes,
sequer. Fico feliz – só assim fico feliz – se ouvir o bater das teclas, ou o
deslizar da caneta e talvez a chuva a cair lá fora ou o vento a soprar bem
alto.
Tudo o que estiver fora disso apaga a minha
mente e impede que escreva. Enerva-me e impede que escreva
Mata-me, porque impede que escreva."
nj.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
a crise
audrey hepburn
está a dar agora uma reportagem na rtp que mostra como cada vez mais crianças portuguesas têm apenas uma refeição quente por dia: a que comem na escola. os pais, que antes até tinham uma vida boa, que até ganhavam bem, acabaram por ficar desempregados. a sua vida desmorona, e com as contas para pagar, por vezes deixa de haver dinheiro para dar de comer aos próprios filhos.
não imagino a angústia de um pai que não pode alimentar o filho. um pai que, neste natal, não tem dinheiro para lhe dar a prenda que tanto quer.
mas ainda há coisas que não me entram na cabeça. como é que ainda se deita comida fora? como é que ainda se desperdiça água? e porque é que, cada vez mais, se serve má e pouca comida nas cantinas escolares?
o mundo está às avessas e as pessoa ainda não se habituaram à situação. todos os dias ouço a palavra crise, mas na maior parte das vezes não consigo compreender sequer como é que as pessoas se podem queixar. como é que as pessoas se podem queixar das muitas horas de trabalho quando ainda têm emprego? como é que se podem queixar da falta de dinheiro quando ainda podem se dar ao luxo de deitar comida fora? como se podem queixar que a vida vai mal, quando ainda têm a família toda junta, dentro do calor da casa, enquanto outros saem todos os dias em busca de roupa e conforto no contentor de lixo mais próximo, enquanto os maridos ou mulheres vão para fora trabalhar para sustentar a família?
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
" ... "
"o que preciso é do dente-de-leão na primavera. o amarelo vivo que simboliza o renascimento e não destruição. a promessa de que a vida pode continuar, por piores que tenham sido as nossas perdas. que pode voltar a ser boa. e só o peeta é capaz de me dar isso.
eu respondo: - verdade."
a revolta, de suzanne collins
os jogos da fome - a revolta.
acabei hoje de ler a saga os jogos da fome. o último livro, a revolta, deixou-me quase que desolada. às vezes os autores têm este tipo de ideias, sabe-se lá de onde as vão tirar, e deixam o leitor prender-se de forma cega a um ou dois personagens.
depois, fazem exatamente o que podem fazer, utilizam todo o seu poder sobre os personagens e sobre nós, e tiram a vida a inocentes.
estou de luto, hoje. porque há coisas que não me cabem na cabeça e uma delas é a morte de inocentes.
e antes que digam que eu sou louca e já não distingo a realidade da ficção, deixem-me que vos lembre que só estou de luto, porque tenho noção que, em situações como esta que a saga retrata, tudo o que vem à rede é peixe - e inocentes, morrem mais do que culpados.
depois, fazem exatamente o que podem fazer, utilizam todo o seu poder sobre os personagens e sobre nós, e tiram a vida a inocentes.
estou de luto, hoje. porque há coisas que não me cabem na cabeça e uma delas é a morte de inocentes.
e antes que digam que eu sou louca e já não distingo a realidade da ficção, deixem-me que vos lembre que só estou de luto, porque tenho noção que, em situações como esta que a saga retrata, tudo o que vem à rede é peixe - e inocentes, morrem mais do que culpados.
domingo, 9 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
[...]
quantas vezes já tivemos tudo, e ainda assim sentimos que havia qualquer coisa mais para querer ?
do sushi
hoje fui pela segunda vez na minha vida ao restaurante japonês. senti como se estivesse no início do século vinte e fosse o pessoa a provar coca-cola pela primeira vez - primeiro estranha-se depois entranha-se.
e pensar que tinha ficado com tão má impressão da primeira vez que lá tinha ido, provar o famoso sushi. acho que até estou um bocadinho envergonhada por ter andado aí dois anos ou três a dizer mal da gastronomia japonesa a toda a gente que me falava dela.
quem mais aqui adora sushi ponha a mão no ar (:
sábado, 1 de dezembro de 2012
hunger games, o livro [ou as saudades que eu tinha de dias passados a ler e de noites passadas a pensar em livros]
hoje acabei de ler o primeiro livro da trilogia the hunger games. já havia visto o filme, e já o achava muito bem feito, mesmo de prender ao ecrã. mas nunca tinha pensado que o livro fosse tão bem escrito.
quando comecei a ler ocorreu-me automaticamente que, apesar de captar a atenção desde o início, a autora não era extremamente dotada, em termos de utilização de recursos de estilo. não é uma escrita extremamente rica, não é uma obra de arte do ponto de vista das palavras. mas é, sem dúvida, um pedacinho de céu no que toca à quantidade de adrenalina, suspense e romance, desta obra.
esta é a melhor qualidade da autora, a meu ver
comecei por ler apenas dois capítulos por dia, porque não tinha tempo para ler mais. mesmo assim, já acabava por ler mais que isso e ir dormir fora de horas.
hoje, no entanto, desde que me levantei não descansei até que acabei o livro. devorei este hunger games como já não devorava nenhum livro há muito tempo, sempre com desculpas que não tinha tempo, nem paciência - mas tendo noção que nenhum livro me prendia assim praticamente desde que entrei para o secundário.
agora, espero ansiosamente por segunda feira, quando uma amiga me vai emprestar o segundo livro. é engraçado como estamos sempre à espera que um livro acabe da melhor maneira. ou, pelo menos, que acabe. este, no entanto, não acaba. fica suspenso, deixando espaço a todas as possibilidades de continuação que a autora desejasse.
é claro que, infelizmente, não me contive, portei-me mal, e já fui a wikipedia espreitar os spoilers. o segundo livro desenrola-se exatamente da maneira como eu desejava e estava à espera que acontecesse. mas isso depois fica para outro post.
para já, fiquem com isto na vossa cabeça: se já leram o livro e ainda não viram o filme, não sei do que estão à espera. se já viram o filme e ainda não leram o livro, não esperem mais. corram já para um lado qualquer onde o possam ler. acreditem, se forem fãs de leituras cativantes, não se vão arrepender.
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