desistir de nós, não é opção.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
11
o dia 29 de março de 2012, meu amor ♥
(o tal que não temos bem a certeza se aconteceu nesta data)
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
10
eles criticam por eu pensar num futuro contigo. eu não me importo. é o que eu quero. é o que nós queremos.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
9
sim, é verdade, tens um lugar no céu por me aturares como aturas. sim, tens uma paciência de santo. sim, é graças a isso que nós resultamos tão bem. tu és o herói da nossa relação.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
8
eu não conheço nenhum rapaz com um cabelo tão lindo como o teu. aliás, eu não sou viciada em mais nenhum cabelo, para além do teu.
domingo, 7 de outubro de 2012
oh.
dei por mim hoje a pensar que a loja online de calçado que todo o fashion blog fala - a spartoo, portanto - tem exatamente o mesmo efeito em mim que a h&m: toda a gente parece adorar e encontrar peças lindas e fantásticas, mas eu, quando visito sozinha, nunca pouso o olhar em algo que me atraia.
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
5
quando vejo casais felizes, só penso em nós os dois.
[sou capaz de ficar mais lamechas
à medida que o tempo passa]
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
eh lá, o que eu encontrei.
é tão erótico que nem ponho aqui a imagem. digam lá, meninas, o que acham aí do rapaz ? é que eu ainda estou um pouco... sem saber bem o que dizer.
[é só para avisar que isto me veio parar às mãos enquanto procurava
imagens para o último post]
[uma coisa que já não faço à demasiado tempo]
há gente gira. e depois há gente quente. gente quente como...
o zac efron - meu deus, está tão crescido.
(que foi, eu só tenho 16 anos, mereço um desconto por este tipo de comportamentos)
4
és a única pessoa em quem penso quando quero ficar confortável, à noite, para dormir melhor e mais rápido.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
para sempre .
no dia a seguir a fazer quatro anos, um amiga da minha mãe levou-me, com muita alegria ao apartamento dela. disse-me ela que era a minha prenda de aniversário, mas que eu só a poderia levar dali a uns tempos, porque ainda não estava completamente pronta.
eu, toda entusiasmada, e sem fazer a mínima ideia do que seria, já pulava de alegria. mal esperava que se seguia.
quando abriu a porta percebi logo. a sala estava cheia de cachorrinhos bebés. eram imensos! ela disse-me para escolher o que eu quisesse, que era meu.
ao início e mal pus os pés dentro daquela casa, um macho bebé muito muito pequenino, começou logo a andar atrás de mim. era castanho escuro e andava sempre de volta de mim, com a cauda sempre a abanar de felicidade.
mas a minha mãe disse-me logo que não queria machos, que preferia uma fêmea e que, por isso, eu tinha de escolher outro.
só me lembro de procurar por toda a casa pela cadelinha perfeita. e de a encontrar a mamar, muito sossegada. literalmente roubei-a da mãe, peguei nela e disse: é esta! - foi amor à primeira vista.
a Tucha, assim decidimos chamar-lhe (que foi, estávamos no final dos anos noventa!) foi, desde sempre a minha compenheira. era eu quem a passeava, era eu quem lhe dava banho e quem lhe ia dar de comer. até a treinei e ensinei-a a sentar-se e a deitar à minha ordem.
mas os anos passaram e o meu tempo foi ficando cada vez menor.
a Tucha, foi envelhecendo cada vez mais e eu sabia-o. todos os dias, enquanto estudava em casa da minha avó pensava que a devia levar a passear - ela ficava sempre tão feliz quando a levava a passear, toda histérica e, na maior parte das vezes, passeava-nos mais a nós que nós a ela. mas precisava sempre de estudar e, desde o último mês, quando ela começou a mostrar verdadeiramente sinais de velhice e cansaço, nunca mais a levei a passear. não fui sequer à beira dela, não a abracei, nem deixei que me lambesse a cara toda. limitei-me a estudar.
hoje a Tucha morreu. a minha avó diz que morreu de saudades do gato com quem sempre partilhou casa, mas que, também de velhice, morreu no início do verão. eles faziam tudo juntos - incluindo dormir - e parece que foi demais para ela.
estou a conter o choro de desgosto e desilusão para comigo mesma, mas julgo que esta noite não vai haver soninho para ninguém.
honestamente, gostava de ter sido mais dona dela do que fui. ela, a minha companheira de sempre, merecia mais.
eu, toda entusiasmada, e sem fazer a mínima ideia do que seria, já pulava de alegria. mal esperava que se seguia.
quando abriu a porta percebi logo. a sala estava cheia de cachorrinhos bebés. eram imensos! ela disse-me para escolher o que eu quisesse, que era meu.
ao início e mal pus os pés dentro daquela casa, um macho bebé muito muito pequenino, começou logo a andar atrás de mim. era castanho escuro e andava sempre de volta de mim, com a cauda sempre a abanar de felicidade.
mas a minha mãe disse-me logo que não queria machos, que preferia uma fêmea e que, por isso, eu tinha de escolher outro.
só me lembro de procurar por toda a casa pela cadelinha perfeita. e de a encontrar a mamar, muito sossegada. literalmente roubei-a da mãe, peguei nela e disse: é esta! - foi amor à primeira vista.
a Tucha, assim decidimos chamar-lhe (que foi, estávamos no final dos anos noventa!) foi, desde sempre a minha compenheira. era eu quem a passeava, era eu quem lhe dava banho e quem lhe ia dar de comer. até a treinei e ensinei-a a sentar-se e a deitar à minha ordem.
mas os anos passaram e o meu tempo foi ficando cada vez menor.
a Tucha, foi envelhecendo cada vez mais e eu sabia-o. todos os dias, enquanto estudava em casa da minha avó pensava que a devia levar a passear - ela ficava sempre tão feliz quando a levava a passear, toda histérica e, na maior parte das vezes, passeava-nos mais a nós que nós a ela. mas precisava sempre de estudar e, desde o último mês, quando ela começou a mostrar verdadeiramente sinais de velhice e cansaço, nunca mais a levei a passear. não fui sequer à beira dela, não a abracei, nem deixei que me lambesse a cara toda. limitei-me a estudar.
hoje a Tucha morreu. a minha avó diz que morreu de saudades do gato com quem sempre partilhou casa, mas que, também de velhice, morreu no início do verão. eles faziam tudo juntos - incluindo dormir - e parece que foi demais para ela.
estou a conter o choro de desgosto e desilusão para comigo mesma, mas julgo que esta noite não vai haver soninho para ninguém.
honestamente, gostava de ter sido mais dona dela do que fui. ela, a minha companheira de sempre, merecia mais.
talvez um dia escreva qualquer coisa digna dos momentos que tivemos juntas, hoje não sou capaz de mais.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
insólito.
os meus pais têm um colega de trabalho que vai à caça de alheiras. sim, é isso mesmo, vai à caça ao domingo e à segundo chega ao trabalho e diz:
- ontem fui à caça e arranjei-vos estas alheiras. são muito boas.
agora desmanchei-me toda
a maior parte das minhas amigas não pensam em ser mães.
ou, talvez pensem, mas não mostrem esse gosto de um dia, num futuro mais ou menos próximo - porque o tempo anda cada vez mais depressa - serem mães.
eu falo por mim. eu sempre quis ser mãe. nunca soube bem qual o rumo que a minha vida poderia tomar. nunca soube - e continuo sem saber - se quero ser médica, professora, escritora ou, como dizia quando era pequenina, empresária de sucesso.
apesar de estar num relacionamento sério - vamos para o nosso primeira ano, ainda este mês - dizia, apesar de estar num relacionamento sério, e de querer estar com ele sempre e para sempre, não sei o que o futuro me reserva e posso nem chegar a casar.
mas uma coisa é certa, der por onde dê, eu quero ser mãe. porque não acho que haja maior felicidade nesse mundo, do que aquela que a minha mãe sente quando me vê vencer, e me vê crescer. e eu quero sentir isso.
e, é como diz este vídeo, que todos devem ver: o trabalho mais difícil do mundo, é também o melhor trabalho do mundo.
ou, talvez pensem, mas não mostrem esse gosto de um dia, num futuro mais ou menos próximo - porque o tempo anda cada vez mais depressa - serem mães.
eu falo por mim. eu sempre quis ser mãe. nunca soube bem qual o rumo que a minha vida poderia tomar. nunca soube - e continuo sem saber - se quero ser médica, professora, escritora ou, como dizia quando era pequenina, empresária de sucesso.
apesar de estar num relacionamento sério - vamos para o nosso primeira ano, ainda este mês - dizia, apesar de estar num relacionamento sério, e de querer estar com ele sempre e para sempre, não sei o que o futuro me reserva e posso nem chegar a casar.
mas uma coisa é certa, der por onde dê, eu quero ser mãe. porque não acho que haja maior felicidade nesse mundo, do que aquela que a minha mãe sente quando me vê vencer, e me vê crescer. e eu quero sentir isso.
e, é como diz este vídeo, que todos devem ver: o trabalho mais difícil do mundo, é também o melhor trabalho do mundo.
domingo, 23 de setembro de 2012
sunday afternoon
enquanto chove cães e gatos lá fora, cá em casa chove um cheirinho a torta de laranja made by ninna. há coisas das quais me orgulho muito e este jeitinho natural para a doçaria é uma delas c:
bom resto de domingo e de semana.
domingo, 16 de setembro de 2012
conversas
[eu olho para o meu namorado e ele para mim, todos contentes]
prof - excepto, claro está, em alguns casos, como por exemplo em relação às pessoas com relacionamentos conjugais.
nota, só há um casal na minha turma: eu e o meu namorado.
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