eu amo-te. pronto, por hoje é só isto, eu amo-te .
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
insólito.
os meus pais têm um colega de trabalho que vai à caça de alheiras. sim, é isso mesmo, vai à caça ao domingo e à segundo chega ao trabalho e diz:
- ontem fui à caça e arranjei-vos estas alheiras. são muito boas.
agora desmanchei-me toda
a maior parte das minhas amigas não pensam em ser mães.
ou, talvez pensem, mas não mostrem esse gosto de um dia, num futuro mais ou menos próximo - porque o tempo anda cada vez mais depressa - serem mães.
eu falo por mim. eu sempre quis ser mãe. nunca soube bem qual o rumo que a minha vida poderia tomar. nunca soube - e continuo sem saber - se quero ser médica, professora, escritora ou, como dizia quando era pequenina, empresária de sucesso.
apesar de estar num relacionamento sério - vamos para o nosso primeira ano, ainda este mês - dizia, apesar de estar num relacionamento sério, e de querer estar com ele sempre e para sempre, não sei o que o futuro me reserva e posso nem chegar a casar.
mas uma coisa é certa, der por onde dê, eu quero ser mãe. porque não acho que haja maior felicidade nesse mundo, do que aquela que a minha mãe sente quando me vê vencer, e me vê crescer. e eu quero sentir isso.
e, é como diz este vídeo, que todos devem ver: o trabalho mais difícil do mundo, é também o melhor trabalho do mundo.
ou, talvez pensem, mas não mostrem esse gosto de um dia, num futuro mais ou menos próximo - porque o tempo anda cada vez mais depressa - serem mães.
eu falo por mim. eu sempre quis ser mãe. nunca soube bem qual o rumo que a minha vida poderia tomar. nunca soube - e continuo sem saber - se quero ser médica, professora, escritora ou, como dizia quando era pequenina, empresária de sucesso.
apesar de estar num relacionamento sério - vamos para o nosso primeira ano, ainda este mês - dizia, apesar de estar num relacionamento sério, e de querer estar com ele sempre e para sempre, não sei o que o futuro me reserva e posso nem chegar a casar.
mas uma coisa é certa, der por onde dê, eu quero ser mãe. porque não acho que haja maior felicidade nesse mundo, do que aquela que a minha mãe sente quando me vê vencer, e me vê crescer. e eu quero sentir isso.
e, é como diz este vídeo, que todos devem ver: o trabalho mais difícil do mundo, é também o melhor trabalho do mundo.
domingo, 23 de setembro de 2012
sunday afternoon
enquanto chove cães e gatos lá fora, cá em casa chove um cheirinho a torta de laranja made by ninna. há coisas das quais me orgulho muito e este jeitinho natural para a doçaria é uma delas c:
bom resto de domingo e de semana.
domingo, 16 de setembro de 2012
conversas
[eu olho para o meu namorado e ele para mim, todos contentes]
prof - excepto, claro está, em alguns casos, como por exemplo em relação às pessoas com relacionamentos conjugais.
nota, só há um casal na minha turma: eu e o meu namorado.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
conversas
no sofá da sala de uma das minhas melhores amigas, a falar sobre os nossos futuros carros:
ela - então fazemos assim, quando fizermos dezoito anos, eu ofereço-te o teu carro de sonho e tu ofereces-me o meu.
eu - acho que vais ter de esperar pela tua prenda... eu não tenho esse dinheiro todo, sou pobrezinha.
ela - pronto, então não faz mal, dás-me uma camisola e eu dou-te o carro. o que interessa mesmo é a intenção, não é ?
domingo, 9 de setembro de 2012
o eusébio e a reforma.
cá em portugal gostamos de recordar, às vezes até demasiado, as coisas boas que fizemos no passado. na escola, os miúdos aprendem o nome dos reis todos, com quem eram casados; aprendem que o d. afonso henriques prendeu a mãe e foi um bom rebelde, só para salvar o país. ouvem falar dos atos heroicos de d. pedro para com d. inês de castro. aprendem que o marquês reconstruiu, com um plano de louvar os céus, lisboa inteira, depois do terramoto que a destruiu. para além disso, todos os anos se celebra o 25 de abril, há uma festança do caneco e toda a gente vê a cerimónia na televisão - ou pelo menos todas as estações transmitem a cerimónia.
o mesmo se passa com o futebol, no nosso país. o sporting ainda faz parte dos três grandes, mas há uma data de anos que não ganha um campeonato - aliás, eu nem me lembro de alguma vez ter visto o sporting a ganhar um campeonato. o braga, depois de ter chegado ao topo, e ter melhores resultados do que clubes ditos importantes - sporting, mais uma vez - ainda é considerado por muitos um clube de terceira. E depois, o benfica. os benfiquistas ainda acham que o seu clube, é o melhor de portugal porque, no passado, fez coisas maravilhosas que nenhum outro clube fez. e, para além disso, o eusébio é benfiquista! há lá melhor jogador, maior lenda que o eusébio?
meus senhores, atirem-me pedras, mas sim, há. o eusébio foi o maior, em tempos. veio do nada e com muito talento chegou ao topo do mundo - pelo menos ao topo do benfica. mas não nos esqueçamos que o eusébio teve também muita sorte, como aliás teve o cr7, o figo e qualquer outro grande jogador.
mas o eusébio - isto tudo para chegar ao eusébio, , que é, provavelmente o melhor exemplod e como a reforma, para algumas pessoas, devia ser obrigatória - o eusébio está a cair de velho. o eusébio foi o maior e nunca será esquecido, e fez o delírio de todos nós no tempo em que os jogadores ainda usavam pelos nas pernas e calções curtos. mas o eusébio já não pode ver jogos de futebol sem estar ligado a uma máquina de hospital com quilos de calmantes no sangue. e pelas notícias desta semana, devia deixar de poder conduzir.
porque o eusébio foi uma lenda e talvez o seja para sempre. mas chega uma altura na vida de todos nós, em que há que perceber que outras pessoas têm de ocupar os nossos lugares.
façam-me um favor, façam-lhe um favor, façam um favor a todos nós - dêm um desconto ao eusébio e deixem-no
.
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
do meu pequeno herói
eu e o meu irmão fomos habituados, desde muito cedo, a passar muito tempo com os nossos avós. nunca frequntámos atl's, nem infantários, nem centros de estudo. até irmos para a pré-primária passávamos o dia na avó materna e, quando os meus pais acabavam o trabalho iam buscar-nos. eu cheguei até a viver, durante oito anos, no mesmo terreno que os meus avós paternos, que ainda trabalhavam, na altura. e portanto os avós, os quatro sempre foram parte da nossa vida.
ora, hoje em dia, ainda passamos muito tempo com eles. eu, cada vez menos, porque quando há escola passo cada vez mais tempo lá e quando não há, ando sempre para trás e para a frente, ora com as amigas, ora com o namorado. mas ele continua e adora continuar por lá.
ontem ele fez uma coisa fantástica.
já não é a primeira vez que os meus avós vêm a sua casa inundada por causa de um tanque que têm na lavandaria e que, de vez em quando, se lembra de abrir a água só porque sim - nunca percebemos porquê. normalmente é durante a noite e os meus avós só se apercebem de manhã, quando põem os pés no chão e ficam com a água pelos tornozelos.
ontem, durante a tarde, quando o meu irmão estava a ver televisão na sala, aconteceu a mesma coisa. a torneira do tanque começou, do nada, a deitar água. o meu irmão só se apercebeu - porque adora o volume da televisão quase em modo discoteca - quando o tanque estava quase cheio. a minha avó tinha ido ao padeiro.
nervoso, coitadinho, teve a frieza de tirar todos os aparelhos eletrónicos do chão, antes de ir chamar a minha avó, muito preocupado.
quando chegaram, a água estava a começar a inundar a lavandaria.
e nada me tira da cabeça que ele, quando crescer, pode vir a ser um homem de grandes responsabilidades, que vai conseguir lidar sempre com o assunto de cabeça fria.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
goals
já defini os meus objetivos e já comecei a minha alimentação mais regrada. hoje, fiz uma caminhada de uma hora e meia, em passo acelerado - o quanto eu adoro fazer isto, por volta das sete da tarde. Para além disso, acabei agora de fazer exercícios de yoga - e estou a fazer tudo pela internet, não sei até que ponto é que isto vai dar resultado, mas não me quero inscrever em nenhum ginásio e portanto tenho de me dedicar às coisas assim.
a pouco e pouco quero iniciar um ritual de corrida, duas vezes por semana, continuando a caminhar outras duas vezes por semana e quero ver se me inscrevo na natação para fazer um treino semanal. e assim se consegue um treino cardio regular e diversificado. vamos lá a ver como é que isto corre - literalmente.
wish me luck :D
domingo, 2 de setembro de 2012
conversas
eu - então já foste buscar os livros para a escola, foi ?
ele - sim, acabei agora de os ir buscar. mas só quando chegar a casa é que vou cheirar o livro de química.
isto tudo porque, eu juro, meus senhores, o meu livro de química tem o pior cheiro de sempre!
eu vou mas é fazer dieta e mexer-me mais - porque o que eu quero, é ser boazona
e deixo isto aqui escrito porque assim aprendo a ter vergonha na cara e a fazer as coisas às quais me comprometo.
pronto, meus senhores e minhas senhoras, é só isto. podem ir dormir à vontade agora, que setembro é sempre - pelo menos para mim - mês de mudança.
sábado, 1 de setembro de 2012
setembro
eu já tenho os livros e, daqui a uma semana vou comprar o material. é o 11º ano e o penúltimo ano antes da faculdade.
eu não quero que comecem as aulas. eu não quero ter exames! socorro, levem-me de volta ao dia 16 de junho e ao início das férias de verão, por favooooor :(
(pronto, isto vai acabar por passar...)
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
o amor e a decoração
quando estamos apaixonados há coisas para as quais começamos a olhar com novos olhos, só porque a pessoa amada nos mostrou que eram do seu agrado.
por exemplo, na nossa primeira ida ao ikea (ou à ikea, tanto faz), ele confessou-me que quando tivesse uma casa sua, não queria que o seu quarto tivesse mesinhas de cabeceira. ora eu, que toda a minha vida dormi numa cama tipo estúdio, ou seja, nunca tive mesinha de cabeceira sei bem a falta que se pode sentir de uma - especialmente quando se quer ler à noite, sem acender o candeeiro de teto do quarto, ou quando se recebe uma chamada às seis da manhã e se tem de levantar da cama para enfrentar o frio do inverno só para atender o telefone. decidida, disse-lhe logo que essa era uma ideia ridícula. que nenhum quarto de casal fica completo sem mesinhas de cabeceira, que faz falta e tudo e tudo.
então, ele acompanhou-me até um dos quartos em exposição no ikea de matosinhos e mostrou-se as maravilhas das cabeceiras com arrumação.
e não é que hoje, passados nem sei eu quantos meses, só sonho com uma casa à beira rio, nós os dois e uma cabeceira de cama como estas?
pelo menos comigo e com o meu namorado é assim.
passo a explicar - eu não gosto de tudo o que ele gosta (pobrezinho, às vezes acho que sofre um bocadinho, exatamente por eu não gostar sempre das mesmas coisas que ele e por ter de levar sempre a minha avante). mas desde que começamos a namorar e adquirimos algumas rotinas que, pelo menos eu, vejo algumas coisas sobre outra perspetiva.
por exemplo, na nossa primeira ida ao ikea (ou à ikea, tanto faz), ele confessou-me que quando tivesse uma casa sua, não queria que o seu quarto tivesse mesinhas de cabeceira. ora eu, que toda a minha vida dormi numa cama tipo estúdio, ou seja, nunca tive mesinha de cabeceira sei bem a falta que se pode sentir de uma - especialmente quando se quer ler à noite, sem acender o candeeiro de teto do quarto, ou quando se recebe uma chamada às seis da manhã e se tem de levantar da cama para enfrentar o frio do inverno só para atender o telefone. decidida, disse-lhe logo que essa era uma ideia ridícula. que nenhum quarto de casal fica completo sem mesinhas de cabeceira, que faz falta e tudo e tudo.
então, ele acompanhou-me até um dos quartos em exposição no ikea de matosinhos e mostrou-se as maravilhas das cabeceiras com arrumação.
e não é que hoje, passados nem sei eu quantos meses, só sonho com uma casa à beira rio, nós os dois e uma cabeceira de cama como estas?
e a culpa, a culpa é toda do [meu] amor ☺
ando às voltas; a cabeça cheia de tudo, vaga de nada.
é sempre assim, quando o verão está acabar. sempre assim desde o momento em que tomei a primeira grande decisão da minha vida. o medo, as incertezas, as perguntas, uma e outra vez, será que vou falhar, desta vez? , será que não vou saber fazer as coisas, como as fazia antes?, será que vou desiludir alguém, talvez, a mim mesma ?.
a sensação de calma e de dever cumprido só chega quando o ano acaba e percebo que não correu nada mal. que até foi bastante bom. que se calhar até poderia começar a confiar naquilo que sou e nas capacidades que tenho.
para já, para já, está o medo. de não conciliar tudo: amigos, namorado, escola, família e diversão. de não chegar onde quero e preciso de chegar. e, de vez em quando, muito de mansinho, de não ter feito a escolha certa - ainda hoje, de não ter seguido as palavras.
de qualquer maneira as palavras seguem-me sempre. mesmo quando não as mereço. e isso já é um alívio.
conversas
ontem, depois de uma discussão de quinze minutos e de já estar tudo resolvido, nós os dois na cavaqueira e ele sai-se com esta:
- sabes aquilo de me dizeres que nunca ouviste os teus pais a discutir ?
- sim, que tem ?
- se calhar eles têm é discussões como as nossas - tão curtas - que tu nunca consegues sequer aperceber-te do que se está a passar.
mas digam-me lá - afinal, ainda há alguém que goste de ler o que a margarida rebelo pinto escreve ? sinceramente, assim, de amiga para amiga, ainda alguém leva a sério as palavras que ela teima em oferecer ao mundo ?
é que, aqui para nós, que ninguém nos lê, quer-me é parecer que não. e assim, pena, pena, eu não tenho...
é que, aqui para nós, que ninguém nos lê, quer-me é parecer que não. e assim, pena, pena, eu não tenho...
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
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