quarta-feira, 9 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
hoje fazemos um ano
hoje, estamos de parabéns. não sou eu, não só a ninna, não só o blogue. mas todos nós. também vocês que aí estão desse lado.
hoje, fazemos um ano. e que belo ano foi.
vou apagar uma vela e pedir um desejo.
(parabééns, ninna. parabééns, pessoal)
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sunny days*
e acima de tudo gosto dos dias assim, porque ando com a inspiração colada a mim, capaz de me escorrer pelos dedos como se não houvesse amanhã. e isso, no mínimo, põe-me um sorriso na cara.
preciso da vossa ajuda. mais do que nunca.
Com certeza já conhecem o concurso Conte Connosco, do Santander Totta. A ideia é divulgar o talento nacional (bem, talvez não seja, mas é essa a minha esperança), nas áreas de Fotografia, Música, Ensino e Escrita.
E foi precisamente neste último que eu concorri.
Por isso, o que vos peço é que cliquem neste link e votem em mim (lá se vai o meu anonimato...). não estou a concorrer só pelo prémio (que pode ser iPad ou até mesmo 5.000€ em conta poupança no totta), mas principalmente porque quero ver a minha escrita divulgada. e quero saber o que é que as pessoas pensam da minha maneira de contar histórias .
espero que gostem (e, por favor, não liguem ao grande erro ortográfico que lá tenho - nem há desculpa que cole, para aquilo... desgraça total) e que votem muito, uma vez que podem votar todos os dias .
(para votar é necessário ter conta no facebook, mas para ler não é necessário. uma opinião cá no blogue já é bem vinda).
E foi precisamente neste último que eu concorri.
Por isso, o que vos peço é que cliquem neste link e votem em mim (lá se vai o meu anonimato...). não estou a concorrer só pelo prémio (que pode ser iPad ou até mesmo 5.000€ em conta poupança no totta), mas principalmente porque quero ver a minha escrita divulgada. e quero saber o que é que as pessoas pensam da minha maneira de contar histórias .
espero que gostem (e, por favor, não liguem ao grande erro ortográfico que lá tenho - nem há desculpa que cole, para aquilo... desgraça total) e que votem muito, uma vez que podem votar todos os dias .
(para votar é necessário ter conta no facebook, mas para ler não é necessário. uma opinião cá no blogue já é bem vinda).
domingo, 6 de novembro de 2011
do orgulho
o meu irmão acabou agora de escrever o primeiro texto. e, como sabe que a mana gosta mais destas coisas da escrita e da literatura que outra pessoa qualquer - cá em casa - decidiu vir todo contente mostrar-mo.
qual não é o meu espanto quando olho para o seu magalhães e vejo um relato futebolístico escrito em forma de versos (sem rima, atenção. eu acho que o rapaz só ainda não percebeu que as frases podem ser escritas seguidas umas das outras), sem vírgulas e no qual o seu egocentrismo natural da idade está mais explícito que nunca. é que o jogo estava a 0-0 até ele entrar e marcar o golo da vitória.
hoje, meus senhores e minhas senhoras, sou a mana mais feliz do mundo. hoje, sou a mana mais orgulhosa do mundo.
é que, hoje, meus senhores, hoje tenho o persentimento que começou a hipótese de uma bela futura carreira no mundo da escrita ou do jornalismo, para o meu irmão. sabe-se lá o quanto este relato de um jogo de futebol fictício pode evoluir.
sábado, 5 de novembro de 2011
someone like you - cover tão bonito !
charlie puth e emily luther
ela tem uma voz tão diferente daquilo a que estou acostumada. e , juntos, existe uma química vocal tão malodiosa...
não há palavras para isto.
aproveitem aí .
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
não se reconquista o amor com argumentos
para fundar o amor por mim, faço nascer em ti alguém que é para mim. não te confessarei o meu sofrimento, porque ele te faria desgostar de mim. não te farei censuras: elas irritar-te-iam justamente. não te direi as razões que tu tens para amar-me, porque não as tens. a razão de amar é o amor. também não me mostrarei mais, tal como tu me desejavas. porque tu já não desejas esse. se não, amar-me-ias ainda. mas educar-te-ei para mim. e, se sou forte, mostrar-te-ei uma paisagem que fará de ti meu amigo.
- antoine de saint-exupéry, in cidadela
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
#1 - sensualidade
acredito que a sensualidade não está na quantidade de pele que se deixa, ou não, ver ; mas sim nos pormenores subtilmente sexuais e entusiasmantes que o nosso corpo tem denotados na personalidade de alguém .
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
trust
o amor é importante. a amizade é importante. um passado em comum pode ser muito importante. mas nada - nem o amor, a amizade ou o passado em comum - sobrevive se não houver confiança.
e nele, minhas amigas, nele eu confio. ele diz eu amo-te e eu acredito . ele diz és linda e eu acredito. ele olha-me nos olhos e eu vejo o porquê de eu o amar tanto . é que, olho-o nos olhos e vejo confiança.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
o amor em portugal
mesmo que dom pedro não tenha arrancado e comido o coração do carrasco de dona inês, júlio dantas continua a ter razão: é realmente diferente o amor em portugal. Basta pensar no incómodo fonético de dizer «eu amo-o» ou «eu amo-a». em portugal aqueles que amam preferem dizer que estão apaixonados, o que não é a mesma coisa, ou então embaraçam seriamente os eleitos com as versões estrangeiras: «i love you» ou «je t'aime». as perguntas «amas-me?» ou «será que me amas?» estão vedadas pelo bom gosto, senão pelo bom senso. por isso diz-se antes «gostas mesmo de mim?», o que também não é a mesma coisa.
o mesmo pudor aflige a palavra amante, a qual, ao contrário do que acontece nas demais línguas indo-europeias, não tem em portugal o sentido simples e bonito de «aquele que ama, ou é amado». diz-se que não sei-quem é amante de outro, e entende-se logo, maliciosamente, o biscate por fora, o concubinato indecente, a pouca vergonha, o treco-lareco machista da cervejaria, ou o opróbio galináceo das reuniões de «tupperwares» e de costura. [...]
a retracção épica a que os portugueses se forçam no uso próprio das palavras do amor, quando o contexto é minimamente público, parece atirá-los ilogicamente, para uma confrangedora catarse de lamechices cada vez que se encontram sós com quem amam. dizer «eu amo-te» é dizer algo que se faz. dizer «eu tenho uma grande paixão por ti» é bastante menos do que isso — é apenas algo que se tem, mais exterior e provisório. os portugueses, aliás, sempre preferiram a passividade fácil do «ter» à actividade, bastante mais trabalhosa, do «fazer». [...]
- do por mim já muito amado miguel esteves cardoso,
in , a causa das coisas
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
(de novo) primeiro beijo
o primeiro beijo deve ser dado com os olhos. depois com o coração. e só quando todas as partes do corpo se tiverem beijado, sem que os dois se tenham tocado, aí sim, todo esse amor se pode - e deve - reunir num beijo verdadeiro.
e hoje, hoje seria capaz de viver só disso. o meu corpo a fundir-se nos seus lábios. a sua mão a percorrer-me cada fio de cabelo, cada pedaço de pele, cada pedaço de mim. eu contra ele, num delicado e violento confronto. guerra aberta. selada com um beijo.
um beijo há já tanto esperado, há já tanto desejado, há já tanto esquecido. e hoje, hoje (de novo) pela primeira vez, reunimos os olhos, o coração e todo o nosso corpo num só beijo. os meus lábios nos seus. as suas mãos nas minhas. os nossos corpos juntos - fundidos - como um só .
às escondidas, para ninguém ver . às escondidas para ninguém saber.
ninguém o viu, toda a gente o conhece.
é que o amor, por vezes tem destas coisas - sem se ver, sabe-se, mesmo que se negue. mesmo que não se fale. mesmo que não se toque.
afinal, o primeiro beijo deve ser dado com os olhos .
domingo, 23 de outubro de 2011
vou apresentar esta lista à minha mãe devagarinho...
muito, muito devagarinho. que ela tem problemas de coração e eu quero-a vivinha da silva durante muitos e muitos anos.
(e quero as peças todas e se as mostrar assim, de repente, ela dá-me um não redondo como resposta e eu fico a ver navios)
(e quero as peças todas e se as mostrar assim, de repente, ela dá-me um não redondo como resposta e eu fico a ver navios)
zara
zara
camisa pull and bear
camisa stradivarius
camisola zara
casaco berska
pull and bear
pull and bear (amor à primeira vista)
pull and bear
stradivarius (as sandálias também são um amor)
pull and bear
zara
pull and bear
por isso é que ela é a minha artista favorita
love on top - beyoncé
isto é tão 80's e tão actual ao mesmo tempo!
ela sobe de tom quatro vezes.
ela tem o melhor guarda roupa de sempre.
e este disco, depois do B'day, é o que mais gosto.
deliciosa, honey b, és deliciosa .
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
nesta era em que tudo é fabricado, em que nada é natural, em que nada é puro; em que os primeiros beijos se trocam por telemóvel, se fala por sms e os ditos «encontros românticos» acontecem no cinema, entre um balde de pipocas e um copo de coca-cola, nesta era, que já não é minha, já não é tua, já nem é nossa; deixa-me falar-te de amor. não quero falar deste «amor» novo, feito de «roda-bota-fora», que nasce podre e é vazio. não te quero falar do amor para passar tempo, que se joga na internet; nem daquele que se conhece num bar ou numa discoteca.
não: deixa-me falar-te de amor como o conheço, da mesma forma lamechas e (hoje) tão fora de moda; a mesma que te ensinaram os teus pais ou os teus avós; como era antigamente, quando passeavam junto ao rio, por vezes de mãos dadas, e coravam ainda, se encontravam alguma cara conhecida. deixa-me falar-te do amor que me ensinaste. o amor que me ensinaste começou por um acaso, porque, por acaso, eu estava sozinha e tu também. o amor que me ensinaste não foi cozinhado nem confeccionado a propósito.
no nosso amor, tu dás-me a mão e eu coro; convidas-me para sair e eu hesito; brincas com os meus caracóis e eu gosto; bebemos chá e ficamos ébrios; passeamos à beira-rio e pode ser que nos beijemos. no nosso amor, não somos só amantes, mas somos cúmplices. e companheiros. olhas para mim e lês-me nas entrelinhas. olho para ti e sei-te de cor. sorrio e mergulhas nesse sorriso. abraças-me e absorves-me inteira. dizes-me «amo-te» e eu acredito.
o amor que me ensinaste é puro, é natural, é biológico, sem corantes nem conservantes. mas deixa-me contar-te um segredo: nesta era, que já não é minha, já não é tua, já nem é nossa; o nosso amor, ainda encanta!
- ana rita rocha - museu nacional da imprensa
terça-feira, 18 de outubro de 2011
considerações do primeiro mês de aulas
ando tão cansada que até já quase adormeço a ver documentários sobre a tectónica de placas.
ando estranha (andamos todos, na verdade).
as nossas expressões variam consoante a área onde estamos. nós, de ciências, só falamos de rochas e de elementos químicos leves existentes no universo. o pessoal de artes, já roga pragas de uma maneira diferente "ele devia era engolir tinta da china, para ver o que é bom". e imaginamos todos que quem está em economia, chantegeia quem quer dizendo, "vê lá se a troika não te apanha".
há mesmo, assim literalemnte, quilos de matéria.
após um mês de aulas, já demos um terço do livro de geologia. assim, mais ou menos a matéria toda de sétimo ano - mas mais aprofundada.
estou a adorar.
tanto, tanto, que sei que não poderia estar mais feliz, se tivesse escolhido humanidades. a esta hora, teria aulas de história e espanhol - desgraça total - aulas essas que troco, com muito gosto, pelas minhas predilectas (e até é para admirar): química, geologia e filosofia .
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Qual o sentido da vida ?
Qualquer um de
nós, em algum ponto na sua vida, questiona-se sobre isto: “o que ando eu, aqui
a fazer?”.
A primeira coisa que devemos ter em mente é que, de maneira
nenhuma vão haver duas respostas iguais. Cada pessoa tem a sua história, as
suas crenças, os seus desejos. Cada um de nós é um só e um só diferente de
todos os outros
.
Depois há que viver. Viver de verdade. Viver segundo a nossa
filosofia. Viver e pensar, de longe a longe, na questão.
Talvez ao
início, principalmente se a pergunta for feita num mau momento, a resposta seja
clara: “não estou cá a fazer nada de mais”. Não existirá, então, qualquer
sentido na vida. E, nesse caso, para quê viver?
Simples.
Quando o Homem
tinha frio e não havia nada para lhe dar calor, descobriu o fogo. Quando quis
transportar as suas grandes e pesadas mercadorias por longos percursos, pôs a
locomotiva a andar. Mais natural ainda, quando tem fome – não só o Homem, mas
todas os seres vivos – alimenta-se.
Talvez no final
– talvez naqueles segundos antes de fechar os olhos – a resposta esteja mesmo
ali, diante de nós. E talvez seja a resposta favorável da qual passamos a vida
à procura.
E também, se
não for, não vamos mais perder tempo.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.
pablo neruda , in cem sonetos de amor
domingo, 9 de outubro de 2011
midnight in paris
"all men fear death. it's a natural fear that consumes us all. we fear death because we feel that we haven't loved well enough or loved at all, which ultimately are one and the same. however, when you make love with a truly great woman, one that deserves the utmost respect in this world and one that makes you feel truly powerful, that fear of death completely disappears. because when you are sharing your body and heart with a great woman the world fades away. you two are the only ones in the entire universe. you conquer what most lesser men have never conquered before, you have conquered a great woman's heart, the most vulnerable thing she can offer to another. death no longer lingers in the mind. fear no longer clouds your heart. only passion for living, and for loving, become your sole reality. This is no easy task for it takes insurmountable courage. but remember this, for that moment when you are making love with a woman of true greatness you will feel immortal. "
e depois há certas coisas que, numa noite de chuva de estrelas, nos fazem desejar estar num outro tempo, num outro local. este filme, por exemplo, é uma dessas coisas.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
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