... sabe tão bem .
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
o amor em portugal
mesmo que dom pedro não tenha arrancado e comido o coração do carrasco de dona inês, júlio dantas continua a ter razão: é realmente diferente o amor em portugal. Basta pensar no incómodo fonético de dizer «eu amo-o» ou «eu amo-a». em portugal aqueles que amam preferem dizer que estão apaixonados, o que não é a mesma coisa, ou então embaraçam seriamente os eleitos com as versões estrangeiras: «i love you» ou «je t'aime». as perguntas «amas-me?» ou «será que me amas?» estão vedadas pelo bom gosto, senão pelo bom senso. por isso diz-se antes «gostas mesmo de mim?», o que também não é a mesma coisa.
o mesmo pudor aflige a palavra amante, a qual, ao contrário do que acontece nas demais línguas indo-europeias, não tem em portugal o sentido simples e bonito de «aquele que ama, ou é amado». diz-se que não sei-quem é amante de outro, e entende-se logo, maliciosamente, o biscate por fora, o concubinato indecente, a pouca vergonha, o treco-lareco machista da cervejaria, ou o opróbio galináceo das reuniões de «tupperwares» e de costura. [...]
a retracção épica a que os portugueses se forçam no uso próprio das palavras do amor, quando o contexto é minimamente público, parece atirá-los ilogicamente, para uma confrangedora catarse de lamechices cada vez que se encontram sós com quem amam. dizer «eu amo-te» é dizer algo que se faz. dizer «eu tenho uma grande paixão por ti» é bastante menos do que isso — é apenas algo que se tem, mais exterior e provisório. os portugueses, aliás, sempre preferiram a passividade fácil do «ter» à actividade, bastante mais trabalhosa, do «fazer». [...]
- do por mim já muito amado miguel esteves cardoso,
in , a causa das coisas
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
(de novo) primeiro beijo
o primeiro beijo deve ser dado com os olhos. depois com o coração. e só quando todas as partes do corpo se tiverem beijado, sem que os dois se tenham tocado, aí sim, todo esse amor se pode - e deve - reunir num beijo verdadeiro.
e hoje, hoje seria capaz de viver só disso. o meu corpo a fundir-se nos seus lábios. a sua mão a percorrer-me cada fio de cabelo, cada pedaço de pele, cada pedaço de mim. eu contra ele, num delicado e violento confronto. guerra aberta. selada com um beijo.
um beijo há já tanto esperado, há já tanto desejado, há já tanto esquecido. e hoje, hoje (de novo) pela primeira vez, reunimos os olhos, o coração e todo o nosso corpo num só beijo. os meus lábios nos seus. as suas mãos nas minhas. os nossos corpos juntos - fundidos - como um só .
às escondidas, para ninguém ver . às escondidas para ninguém saber.
ninguém o viu, toda a gente o conhece.
é que o amor, por vezes tem destas coisas - sem se ver, sabe-se, mesmo que se negue. mesmo que não se fale. mesmo que não se toque.
afinal, o primeiro beijo deve ser dado com os olhos .
domingo, 23 de outubro de 2011
vou apresentar esta lista à minha mãe devagarinho...
muito, muito devagarinho. que ela tem problemas de coração e eu quero-a vivinha da silva durante muitos e muitos anos.
(e quero as peças todas e se as mostrar assim, de repente, ela dá-me um não redondo como resposta e eu fico a ver navios)
(e quero as peças todas e se as mostrar assim, de repente, ela dá-me um não redondo como resposta e eu fico a ver navios)
zara
zara
camisa pull and bear
camisa stradivarius
camisola zara
casaco berska
pull and bear
pull and bear (amor à primeira vista)
pull and bear
stradivarius (as sandálias também são um amor)
pull and bear
zara
pull and bear
por isso é que ela é a minha artista favorita
love on top - beyoncé
isto é tão 80's e tão actual ao mesmo tempo!
ela sobe de tom quatro vezes.
ela tem o melhor guarda roupa de sempre.
e este disco, depois do B'day, é o que mais gosto.
deliciosa, honey b, és deliciosa .
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
nesta era em que tudo é fabricado, em que nada é natural, em que nada é puro; em que os primeiros beijos se trocam por telemóvel, se fala por sms e os ditos «encontros românticos» acontecem no cinema, entre um balde de pipocas e um copo de coca-cola, nesta era, que já não é minha, já não é tua, já nem é nossa; deixa-me falar-te de amor. não quero falar deste «amor» novo, feito de «roda-bota-fora», que nasce podre e é vazio. não te quero falar do amor para passar tempo, que se joga na internet; nem daquele que se conhece num bar ou numa discoteca.
não: deixa-me falar-te de amor como o conheço, da mesma forma lamechas e (hoje) tão fora de moda; a mesma que te ensinaram os teus pais ou os teus avós; como era antigamente, quando passeavam junto ao rio, por vezes de mãos dadas, e coravam ainda, se encontravam alguma cara conhecida. deixa-me falar-te do amor que me ensinaste. o amor que me ensinaste começou por um acaso, porque, por acaso, eu estava sozinha e tu também. o amor que me ensinaste não foi cozinhado nem confeccionado a propósito.
no nosso amor, tu dás-me a mão e eu coro; convidas-me para sair e eu hesito; brincas com os meus caracóis e eu gosto; bebemos chá e ficamos ébrios; passeamos à beira-rio e pode ser que nos beijemos. no nosso amor, não somos só amantes, mas somos cúmplices. e companheiros. olhas para mim e lês-me nas entrelinhas. olho para ti e sei-te de cor. sorrio e mergulhas nesse sorriso. abraças-me e absorves-me inteira. dizes-me «amo-te» e eu acredito.
o amor que me ensinaste é puro, é natural, é biológico, sem corantes nem conservantes. mas deixa-me contar-te um segredo: nesta era, que já não é minha, já não é tua, já nem é nossa; o nosso amor, ainda encanta!
- ana rita rocha - museu nacional da imprensa
terça-feira, 18 de outubro de 2011
considerações do primeiro mês de aulas
ando tão cansada que até já quase adormeço a ver documentários sobre a tectónica de placas.
ando estranha (andamos todos, na verdade).
as nossas expressões variam consoante a área onde estamos. nós, de ciências, só falamos de rochas e de elementos químicos leves existentes no universo. o pessoal de artes, já roga pragas de uma maneira diferente "ele devia era engolir tinta da china, para ver o que é bom". e imaginamos todos que quem está em economia, chantegeia quem quer dizendo, "vê lá se a troika não te apanha".
há mesmo, assim literalemnte, quilos de matéria.
após um mês de aulas, já demos um terço do livro de geologia. assim, mais ou menos a matéria toda de sétimo ano - mas mais aprofundada.
estou a adorar.
tanto, tanto, que sei que não poderia estar mais feliz, se tivesse escolhido humanidades. a esta hora, teria aulas de história e espanhol - desgraça total - aulas essas que troco, com muito gosto, pelas minhas predilectas (e até é para admirar): química, geologia e filosofia .
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Qual o sentido da vida ?
Qualquer um de
nós, em algum ponto na sua vida, questiona-se sobre isto: “o que ando eu, aqui
a fazer?”.
A primeira coisa que devemos ter em mente é que, de maneira
nenhuma vão haver duas respostas iguais. Cada pessoa tem a sua história, as
suas crenças, os seus desejos. Cada um de nós é um só e um só diferente de
todos os outros
.
Depois há que viver. Viver de verdade. Viver segundo a nossa
filosofia. Viver e pensar, de longe a longe, na questão.
Talvez ao
início, principalmente se a pergunta for feita num mau momento, a resposta seja
clara: “não estou cá a fazer nada de mais”. Não existirá, então, qualquer
sentido na vida. E, nesse caso, para quê viver?
Simples.
Quando o Homem
tinha frio e não havia nada para lhe dar calor, descobriu o fogo. Quando quis
transportar as suas grandes e pesadas mercadorias por longos percursos, pôs a
locomotiva a andar. Mais natural ainda, quando tem fome – não só o Homem, mas
todas os seres vivos – alimenta-se.
Talvez no final
– talvez naqueles segundos antes de fechar os olhos – a resposta esteja mesmo
ali, diante de nós. E talvez seja a resposta favorável da qual passamos a vida
à procura.
E também, se
não for, não vamos mais perder tempo.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.
pablo neruda , in cem sonetos de amor
domingo, 9 de outubro de 2011
midnight in paris
"all men fear death. it's a natural fear that consumes us all. we fear death because we feel that we haven't loved well enough or loved at all, which ultimately are one and the same. however, when you make love with a truly great woman, one that deserves the utmost respect in this world and one that makes you feel truly powerful, that fear of death completely disappears. because when you are sharing your body and heart with a great woman the world fades away. you two are the only ones in the entire universe. you conquer what most lesser men have never conquered before, you have conquered a great woman's heart, the most vulnerable thing she can offer to another. death no longer lingers in the mind. fear no longer clouds your heart. only passion for living, and for loving, become your sole reality. This is no easy task for it takes insurmountable courage. but remember this, for that moment when you are making love with a woman of true greatness you will feel immortal. "
e depois há certas coisas que, numa noite de chuva de estrelas, nos fazem desejar estar num outro tempo, num outro local. este filme, por exemplo, é uma dessas coisas.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
armageddon
sim, sim, eu nunca tinha visto o armageddon. eu nunca tinha visto o ben affleck ser giro, charmoso e bom actor ao mesmo tempo. eu nunca tinha visto a liv tyler representar . eu nunca pensei que o owen wilson alguma vez tivesse feito algum filme com uma carga emocional tão grande - (marley e eu à parte) sempre achei que ele era o tipo das comédias - nem nunca pensei que fosse o primeiro a ir desta para melhor .
e eu nunca pensei que este filme fosse tããão bom. dá para rir, para chorar e para pensar que a liv tyler é a cara chapada do pai, steven tyler, vocalista de uma das minhas bandas favoritas, aerosmith. este filme é um máximo e eu nem sou assim grande fã de ficção científica.
para além disso descobri que homens com o fato
de astronauta cor de laranja da nasa
têm assim, um niquinho de nada
de graça .
consideração de feriado
obriguei a minha mãe a comprar nutella. hoje, sou a menina mais feliz do mundo todo.
(amanhã serei a mais calórica)
domingo, 2 de outubro de 2011
já repararam, não foi ?
por aqui houve mudanças.
é que mudar é bom e , de vez em quando, mudar faz bem.
é que mudar é bom e , de vez em quando, mudar faz bem.
sábado, 1 de outubro de 2011
perseguem-me para onde quer que vá
digo que gosto dos altos, mas a moda nas minhas estatísticas, são os mais baixos ou da minha altura. os brunos não me largam e eu não os largo a eles - não sei porquê, nem acho assim tanta piada ao nome. pareço um prego dentro de água, mas o meu radar apanha sempre os bons nadadores e amantes da natação. gosto que me tratem bem, mas fico sempre apanhada por quem sinto uma espécie de amor-ódio. têm sempre algum tipo de talento artístico - vá, na sua maioria - ou tocam guitarra, ou escrevem bem, ou têm o dom da palavra falada., ... e, não sendo na sua maioria rapazes lindíssimos, de proporções gregas - expepto o D. esse aí era um deus grego, com beleza de cortar a respiração, charmoso e tal, e tal - têm todos qualquer coisa, algo que eu não sei explicar bem, que é de facto muito atraente para mim.
são os chamados fetiches. ou, por outra, dizem-me que é assim, que é um fetiche. para ser sincera, não concordo. não ando propriamente à procura disso, não me conformo só e apenas com o rapazes que são assim. mas há certas e determinadas coisas, nos espécimes masculinos que, sem me aperceber de imediato disso, me atraem profundamente.
ou, segundo a minha teoria, há características masculinas que me perseguem.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
querido(a) anónimo(a)
quer-me cá parecer que nos conhecemos .
eu sei que já dei demasiado tempo. foi só um desabafo.
eu sei que já dei demasiado tempo. foi só um desabafo.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
essa gente não percebe
não se trata de querer ou não querer. não se trata de beijar ou não beijar, gostar ou não gostar.
trata-se de resultar ou não. ter uma amizade sólida, ou perder tudo, por querer arriscar em demasia. trata-se de mim . e dele.
e não vale a pena dizer "vai!", "faz!", "atira-te!" . não quando eu sei que, se for, perco-me; se fizer, faço mal, e se me atirar, parto-me toda. não vale a pena lutar quando, à partida já não há esperança e já se vai cansado.
e é exactamente assim que eu eu estou .
terça-feira, 27 de setembro de 2011
pedro granger - versão bad boy
com cara de menino fofito e lindito, todo simpático e engraçado.
a questão, fica então colocada - qual é a dele para apresentar um programa em que, basicamente, está a fingir que é mau?
permitam-me que me corrija, qual é a dele para apresentar um programa em que, basicamente, está a comportar-se como um perfeito anormal inconveniente ?
geologia = tortura
aqui está um belo exemplar da minha matéria prima a estudar
pedras. calhaus. cientificamente falando, rochas.
podia ser chato. podia ser muito chato. mas é dado pelo professor que eu menos gosto, durante a tarde, numa sala a abarrotar de gente - trinta pessoas.
ou seja, é extremamente aborrecido.
em contrapartida, filosofia e química estão a revelar-se disciplinas super interessantes .
sábado, 24 de setembro de 2011
eu agora sou aluna de ciências,
logo, deixei de escrever.
não, estou mesmo só a brincar. eu agora sou aluna de ciências e não estou a achar aquilo nada fácil. especialmente - talvez unicamente - no que toca a biologia. e os dias passam todos a correr, porque, de manhã e ao início da tarde tenho aulas e depois, quando chego a casa, só penso em estudar. venho à blogosfera à noite, mas já estou tão cansada que já não me apetece escrever nada.
por exemplo, eu sou fã do ficar acordada até altas horas da madrugada a escrever, ver filmes, ver anatomia de grey e tudo mais. fazer limpezas e tudo. eu adoro isso. ontem, como sabem, foi sexta - e se não sabem, é favor ir ouvir a música 'friday' de rebecca black. ontem foi sexta e eu estava tão, tão cansada, que ás onze da noite já estava a dormir.
e só não fui dormir mais cedo porque o meu porto jogou contra o benfica e eu quis muito ver.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
do charme
porque há alturas em que vemos uma pessoa uma única vez na nossa vida, trocamos dois dedinhos de conversa e pronto, estamos apanhadas. não mais nos sai da cabeça, como se tivesse sido colado com super cola3 .
no meu caso é rapaz, mais velho, tem uma barba tipo flynn rider (entrelaçados) e cabelo a fugir para o claro.
e, pois, sim, uma voz parecida com o vocalista dos pearl jam . (e o mesmo nome do meu ex namorado)
e é simpático .
e, por mias que tente, não me sai da cabeça .
domingo, 18 de setembro de 2011
route 66
isto de se estar ligado ao mundo da música tem as suas vantagens. isto de se ter amigos músicos tem as suas vantagens.
ontem à noite foi o concerto da banda de um amigo meu, os route 66.
hoje é a falta de voz. paciência, quando é para apoiar, é para apoiar a sério .
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
breathe (2am)
estou nervosa.
não tenho sono.
não me apetece fazer nada, para além de ver anatomia de grey deitada, na cama.
persianas fechadas, porta fechada.
sozinha.
saio para comer. saio para ir à casa de banho.
não quero ir para a escola. não quero estar mais de metade do meu dia com aquelas pessoas. não quero ter de partilhar uma sala com alguém que me detesta ao ponto de ter tornado a minha vida num autêntico inferno. não quero conhecer gente nova. não quero ter novos professores.
quero estar longe. quero ir para longe. quero ir já, agora, neste preciso momento para a faculdade de medicina num sítio remoto qualquer. longe deles todos. de quem gosta e de quem não gosta de mim.
estou nervosa e não tenho sono. e a última coisa que me apetece é respirar.
mas, caramba, é um facto: ninguém se consegue matar sustendo a respiração. por isso acho que é inevitável.
domingo, 11 de setembro de 2011
vai, para sempre, faltar qualquer coisa.
seja a voz de um ente querido, ou o seu toque; seja o cheiro do seu cabelo, ou o sabor do seu beijo; o seu acordar maldisposto; a maneira como o fato lhe acentava, perfeito, no corpo. a maneira como dizia "eu amo-te" .
seja o que for, vai, para sempre, faltar qualquer coisa. os seus passos, pela casa. o seu sorriso. o seu abraço.
ele. ou ela. ou eles. ou toda a gente. vai, para sempre, faltar qualquer coisa.
na paisagem, jamais se verá o que a vista alcançava, antes. e o mundo nunca mais foi o mesmo.
nova iorque, 11 de setembro de 2001. já lá vão dez anos. e, por mais que se tente, por mais que se queira, vai, para sempre, faltar qualquer coisa.
seja o que for, vai, para sempre, faltar qualquer coisa. os seus passos, pela casa. o seu sorriso. o seu abraço.
ele. ou ela. ou eles. ou toda a gente. vai, para sempre, faltar qualquer coisa.
na paisagem, jamais se verá o que a vista alcançava, antes. e o mundo nunca mais foi o mesmo.
nova iorque, 11 de setembro de 2001. já lá vão dez anos. e, por mais que se tente, por mais que se queira, vai, para sempre, faltar qualquer coisa.
sábado, 10 de setembro de 2011
grey's anatomy
temporada 1 - check .
é fascinante como nunca tinha visto a série direitinha, desde o início. é, sem dúvida, uma das minhas preferidas - friends e how i met your mother são as outras -, mas não tinha começado do início a vê-la e não fazia ideia do que andava a perder.
e, também, nunca tinha percebido que a série tinha aquele tipo de qualidade de performance desde o início. normalmente, no início, os actores são sempre frouxos. mas não aqui. não em grey's anatomy.
temporada 1 - check.
seis temporadas to go .
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
chanel no.5
porque este continua a ser o melhor anúncio alguma vez feito.
(e o perfume, a maior desilusão da minha vida de consumidora)
love and other drugs
nunca pensei que este filme tivesse uma carga sentimental tão grande. para mim, era apenas mais uma comédia romântica, daquelas foleirinhas, mas, ainda assim, esfolei-me até o conseguir ver. afinal, era um filme com gente gira e com estilo. mas ia com as expectativas bem em baixo.
enganei-me.
não se trata apenas do palhaço-todo-bom-vendedor-de-medicamentos que tem relacionamentos sexuais todos os dias com uma nova e que, de repente encontra o amor da sua vida. há mais que isso.
não nele. não. ele, de facto, é um palhaço-todo-bom-vendedor-de-medicamentos que tem relacionamentos sexuais todos os dias com uma nova e que, de repente, encontra o amor da sua vida.
ela é diferente. ela não é apenas o amor da sua vida. é mais que isso.
e, para além disso, tem um cabelo mesmo giro.
do orgulho
conheço-as desde que nasceram. a mais velha, com menos quatro anos que eu e a mais pequenina, dois anos mais nova que a irmã. durante mais de metade da vida delas andaram metidas em minha casa, semanalmente. os nossos pais davam-se muito bem e crescemos juntas.
a pouco e pouco, aqui há uns anos, começamos a deixar de nos ver tão frequentemente, mantendo ainda, a amizade que nos unia. as visitas deixaram de ser semanais para ser de 15 em 15 dias, para mais tarde acontecerem apenas mensalmente.
e, um dia, descobrimos porquê. os pais delas estavam a divorciar-se.
depois de sabermos a história e razão para o divórcio, ficámos todos muito abalados, cá em casa. mantivemos o grande laço que tínhamos com o pai das meninas - grande amigo dos meus pais, cresceram juntos - e com as mesmas. a mãe afastou-se de vez - e, graças a deus que assim o fez.
de vez em quando lá as vemos. mas fico sempre com a sensação de que ainda são tão pequeninas, tão inocentes, tão infantis. passaram por muito, durante o processo de divórcio e foram-se aguentando, mas nunca tinha olhado para elas e percebido que, de facto, estavam a ficar meninas crescidas.
até hoje.
a minha prima mais velha é uma senhora. tem onze anos, é certo, mas é uma senhora. não conheço miúda mais bonita que ela - a irmã equipara-se - e hoje provou-me que é responsável e muito inteligente.
apanhei-a a dar um mini sermão ao meu irmão porque ele estava a levantar cabelo com a minha avó. grande menina.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
cortes orçamentais acabam com a comparticipação da pílula e de algumas vacinas
e eu não podia estar mais chocada, indignada e irritada com esta situação toda.
e eu era daquelas que dizia que o governo, para já, merecia o benefício da dúvida, que não valia a pena estar já a começar a descascar em cima deles, que até se estavam a portar bem em relação á educação.
e pronto, aqui estou eu, depois de ouvir nas notícias que a pílula contraceptiva e algumas vacinas - como, por exemplo, contra o cancro do colo do útero - vão deixar de ser comparticipadas pelo estado. e, com isto, vão-se poupar uns bons milhões de euros.
não é tão fascinante? não vai ser fantástico ter mais jovens grávidas a andar por aí, porque não podem pagar pela contracepção e, obviamente, não vão deixar de ter relações por causa disso? não vai ser óptimo ter de pagar 129€ (por volta disso) para poder ter acesso àquela vacina que, no ano passado, era uma das mais importantes na vida de uma mulher? àquela vacina que é capaz de salvar a vida a tantas mulheres?
não é maravilhoso que seja neste tipo de coisas que eles cortam logo, com este tipo de leviandade ? saúde... não é maravilhoso?
porcos.
channing tatum foi stripper.
e ele está a gravar um filme em que interpreta um stripper masculino. é verdade, meninas (e meninos também, há que ter um objectivo). o filme - magic mike - vai sair em 2012 , é inspirado na vida de channing e conta também com a participação de outros actores jeitosos
sem dúvida, um dos filmes pelos quais mais estou à espera, para o próximo ano.
aiaiai!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
burlesque
só tenho uma coisa a dizer: poderoso!
(mentira, tenho duas: pensem o que quiseres, a christina sabe o que faz)
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
parabéns, freddie*
too much love will kill you
if you can't make up your mind
torn between the lover
and the love you leave behind
you're headed for disaster
'cause you never read the signs
too much love will kill you
everytime.
* se não fosses tu, o que seria de nós. deixas saudades, freddie. parabéns pelos teus 65 anos.
water for elephants
este foi, sem dúvida, um dos meus grandes achados.
digam o que disserem - eu incluida, às vezes - este pattinson é um grande, grande actor e não se deixa ficar por trabalhitos pequenos. filmes de segunda.
começou no harry potter, seguiu-se a saga crepúsculo. daqui, muita gente começa a criticar, a tentar deitar abaixo. inveja, é o que eu acho. ganhou o meu total respeito quando fez o remember me e agora, este water for elephants, que já é um dos meus favoritos.
esta, caros leitores, é uma grande história de amor. amor de um homem, não só por uma mulher, mas também pelos animais. a todos aqueles que abominam os maltratos aos animais, eu aconselho. mas há que tentar não ficar demasiado impressionado com as coisas que vão ver. se bem que, todos sabemos, é a vida real.
agora, só penso em comprar o livro. se for tão bom como o filme, vou lê-lo depressa e muitas vezes. tal como eu gosto.
capitães de abril
este stefano accorsi é qualquer cosi, é sim senhora.
pois, eu entendo. não estamos em abril. e esta coisa da revolução dos cravos só costuma ser lembrada por essa altura. e, bem, faz sentido. também não andamos a pensar no natal, nem na páscoa durante o resto do ano.
mas quando vi o nome do filme e tendo já visto pequenos excertos, sabendo do que se tratava, não poderia estar mais curiosa. não podia deixar de o ver.
na escola ensinam-nos muito. na escola ensinam-nos tanto. mas há sempre qualquer coisa que falha, sempre qualquer coisa que não está no programa e, infelizmente, é certo, o que está no programa é a lei. é a regra. e, na escola, a lei e as regras não são para ser contornadas.
descobri que um dos militantes tinha o mesmo apelido que eu. acreditem... o meu apelido não é comum. de maneira nenhuma. para mim é dia de festa quando encontro alguém fora da minha família que também se chame assim.
o salgueiro maia subiu muito na minha consideração, sabem?
não sabem... se calhar nunca viram o filme.
a questão aqui é muito simples.
do que é que estão à espera?
just go with it
hoje comecei com o 'just go with it'. a típica comédia romântica, podem vocês pensar. sim... talvez. mas a esta eu posso de facto chamar comédia. e é com este tipo de filmes que mais vezes me desiludo, comédias que, de divertidas, têm muito pouco. bem, hoje não foi assim.
este filme conta com a participação da belíssima jennifer aniston e do há muito famoso adam sandler. é um daqueles leves, engraçados e fáceis de digerir. o ideal para uma tarde de domingo. o ideal para relaxar e deixar soltar umas belas gargalhadas.
oh, sim. umas belas gargalhadas!
andas pouco viciada, andas.
hoje vi três filmes. e devo dizer que não podia estar mais feliz.
vocês devem achar estranho. ando há alguns dias a falar somente em cinema e as criticas que faço - se é que se pode chamar isso - são sempre positivas. são sempre excelentes, sempre muito bons, os actores estão sempre bem.
não pensem que digo isto porque, simplesmente, não percebo nada do assunto e quero só dizer mais umas palavras. não é verdade.
aqui há uns dias atrás escolhi um monte de filmes que queria ver e ainda não tinha conseguido e decidi começar a fazer jornadas de filmes. uma espécie de maratona, para relaxar a sério até as aulas começarem. e, por sorte, ainda não me desiludi com nenhum deles.
quem diria... parece que tenho uma pontinha de bom gosto.
vocês devem achar estranho. ando há alguns dias a falar somente em cinema e as criticas que faço - se é que se pode chamar isso - são sempre positivas. são sempre excelentes, sempre muito bons, os actores estão sempre bem.
não pensem que digo isto porque, simplesmente, não percebo nada do assunto e quero só dizer mais umas palavras. não é verdade.
aqui há uns dias atrás escolhi um monte de filmes que queria ver e ainda não tinha conseguido e decidi começar a fazer jornadas de filmes. uma espécie de maratona, para relaxar a sério até as aulas começarem. e, por sorte, ainda não me desiludi com nenhum deles.
quem diria... parece que tenho uma pontinha de bom gosto.
domingo, 4 de setembro de 2011
cheers (drink to that)
rihanna
se vos contasse da lista de mudanças que quero fazer na minha vida, este ano lectivo que aí vem, provavelmente iriam ficar com uma ideia de mim fantástica. eu passaria a ser a vossa heroína.
vamos brindar às mudanças. à busca pela felicidade. aos bons motivos para sorrir e festejar.
sábado, 3 de setembro de 2011
sim, vou continuar por aqui.
criei um tumblr . e estou a adorar aquilo.
maaas... não vou deixar o blog. gosto demasiado disto aqui para vos trocar pelas estrangeiros todos.
a walk to remember
maldito sejas, nicholas sparks.
maldito sejas pelas lágrimas que me obrigas a soltar de cada vez que leio um livro teu ou vejo um filme baseado nele. maldito sejas por seres tão bom no que fazes.
é assim que eu quero escrever. são histórias destas que quero trazer ao mundo.
será que choras, quando escreves?
bem, de qualquer maneira gostei. muito, muito. e o shane west é um docinho, sim senhor.
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