domingo, 23 de outubro de 2011

por isso é que ela é a minha artista favorita

love on top - beyoncé

isto é tão 80's e tão actual ao mesmo tempo!
ela sobe de tom quatro vezes.
ela tem o melhor guarda roupa de sempre.
e este disco, depois do B'day, é o que mais gosto.

deliciosa, honey b, és deliciosa .

sexta-feira, 21 de outubro de 2011





nesta era em que tudo é fabricado, em que nada é natural, em que nada é puro; em que os primeiros beijos se trocam por telemóvel, se fala por sms e os ditos «encontros românticos» acontecem no cinema, entre um balde de pipocas e um copo de coca-cola, nesta era, que já não é minha, já não é tua, já nem é nossa; deixa-me falar-te de amor. não quero falar deste «amor» novo, feito de «roda-bota-fora», que nasce podre e é vazio. não te quero falar do amor para passar tempo, que se joga na internet; nem daquele que se conhece num bar ou numa discoteca. 

não: deixa-me falar-te de amor como o conheço, da mesma forma lamechas e (hoje) tão fora de moda; a mesma que te ensinaram os teus pais ou os teus avós; como era antigamente, quando passeavam junto ao rio, por vezes de mãos dadas, e coravam ainda, se encontravam alguma cara conhecida. deixa-me falar-te do amor que me ensinaste. o amor que me ensinaste começou por um acaso, porque, por acaso, eu estava sozinha e tu também. o amor que me ensinaste não foi cozinhado nem confeccionado a propósito. 

no nosso amor, tu dás-me a mão e eu coro; convidas-me para sair e eu hesito; brincas com os meus caracóis e eu gosto; bebemos chá e ficamos ébrios; passeamos à beira-rio e pode ser que nos beijemos. no nosso amor, não somos só amantes, mas somos cúmplices. e companheiros. olhas para mim e lês-me nas entrelinhas. olho para ti e sei-te de cor. sorrio e mergulhas nesse sorriso. abraças-me e absorves-me inteira. dizes-me «amo-te» e eu acredito. 
o amor que me ensinaste é puro, é natural, é biológico, sem corantes nem conservantes. mas deixa-me contar-te um segredo: nesta era, que já não é minha, já não é tua, já nem é nossa; o nosso amor, ainda encanta!



 - ana  rita rocha - museu nacional da imprensa



terça-feira, 18 de outubro de 2011

considerações do primeiro mês de aulas



ando cansada. 
ando tão cansada que até já quase adormeço a ver documentários sobre a tectónica de placas.

ando estranha (andamos todos, na verdade).
as nossas expressões variam consoante a área onde estamos. nós, de ciências, só falamos de rochas e de elementos químicos leves existentes no universo. o pessoal de artes, já roga pragas de uma maneira diferente "ele devia era engolir tinta da china, para ver o que é bom". e imaginamos todos que quem está em economia, chantegeia quem quer dizendo, "vê lá se a troika não te apanha".

há mesmo, assim literalemnte, quilos de matéria.
após um mês de aulas, já demos um terço do livro de geologia. assim, mais ou menos a matéria toda de sétimo ano - mas mais aprofundada.

estou a adorar.
tanto, tanto, que sei que não poderia estar mais feliz, se tivesse escolhido humanidades. a esta hora, teria aulas de história e espanhol - desgraça total - aulas essas que troco, com muito gosto, pelas minhas predilectas (e até é para admirar): química, geologia e filosofia . 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

conversas


(a ariel é a princesa disney mais bonita de todas e não há cá mais letra)


 - ás vezes dá-te uma coisa qualquer e ficas de mau humor. às vezes és do piorio, irritas uma pessoa. mas pelo contrário vicias uma pessoa em ti

será ?



se acontecer, faço uma festa com foguetes e tudo .

domingo, 16 de outubro de 2011

Qual o sentido da vida ?


Qualquer um de nós, em algum ponto na sua vida, questiona-se sobre isto: “o que ando eu, aqui a fazer?”.
A primeira coisa que devemos ter em mente é que, de maneira nenhuma vão haver duas respostas iguais. Cada pessoa tem a sua história, as suas crenças, os seus desejos. Cada um de nós é um só e um só diferente de todos os outros
.
Depois há que viver. Viver de verdade. Viver segundo a nossa filosofia. Viver e pensar, de longe a longe, na questão.
Talvez ao início, principalmente se a pergunta for feita num mau momento, a resposta seja clara: “não estou cá a fazer nada de mais”. Não existirá, então, qualquer sentido na vida. E, nesse caso, para quê viver?
Simples.
Quando o Homem tinha frio e não havia nada para lhe dar calor, descobriu o fogo. Quando quis transportar as suas grandes e pesadas mercadorias por longos percursos, pôs a locomotiva a andar. Mais natural ainda, quando tem fome – não só o Homem, mas todas os seres vivos – alimenta-se.
Talvez no final – talvez naqueles segundos antes de fechar os olhos – a resposta esteja mesmo ali, diante de nós. E talvez seja a resposta favorável da qual passamos a vida à procura.
E também, se não for, não vamos mais perder tempo. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011





eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.


pablo neruda , in cem sonetos de amor 

domingo, 9 de outubro de 2011

midnight in paris





"all men fear death. it's a natural fear that consumes us all. we fear death because we feel that we haven't loved well enough or loved at all, which ultimately are one and the same. however, when you make love with a truly great woman, one that deserves the utmost respect in this world and one that makes you feel truly powerful, that fear of death completely disappears. because when you are sharing your body and heart with a great woman the world fades away. you two are the only ones in the entire universe. you conquer what most lesser men have never conquered before, you have conquered a great woman's heart, the most vulnerable thing she can offer to another. death no longer lingers in the mind. fear no longer clouds your heart. only passion for living, and for loving, become your sole reality. This is no easy task for it takes insurmountable courage. but remember this, for that moment when you are making love with a woman of true greatness you will feel immortal. "


e depois há certas coisas que, numa noite de chuva de estrelas, nos fazem desejar estar num outro tempo, num outro local. este filme, por exemplo, é uma dessas coisas.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

quote

muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente . 
-gabriel o pensador

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

armageddon



sim, sim, eu nunca tinha visto o armageddon. eu nunca tinha visto o ben affleck ser giro, charmoso e bom actor ao mesmo tempo. eu nunca tinha visto a liv tyler representar . eu nunca pensei que o owen wilson alguma vez tivesse feito algum filme com uma carga emocional tão grande - (marley e eu à parte) sempre achei que ele era o tipo das comédias - nem nunca pensei que fosse o primeiro a ir desta para melhor .

e eu nunca pensei que este filme fosse tããão bom. dá para rir, para chorar e para pensar que a liv tyler é a cara chapada do pai, steven tyler, vocalista de uma das minhas bandas favoritas, aerosmith. este filme é um máximo e eu nem sou assim grande fã de ficção científica.

para além disso descobri que homens com o fato
de astronauta cor de laranja da nasa
têm assim, um niquinho de nada
de graça . 

consideração de feriado



obriguei a minha mãe a comprar nutella. hoje, sou a menina mais feliz do mundo todo.
(amanhã serei a mais calórica)

domingo, 2 de outubro de 2011

sábado, 1 de outubro de 2011

perseguem-me para onde quer que vá



digo que gosto dos altos, mas a moda nas minhas estatísticas, são os mais baixos ou da minha altura. os brunos não me largam e eu não os largo a eles - não sei porquê, nem acho assim tanta piada ao nome. pareço um prego dentro de água, mas o meu radar apanha sempre os bons nadadores e amantes da natação. gosto que me tratem bem, mas fico sempre apanhada por quem sinto uma espécie de amor-ódio. têm sempre algum tipo de talento artístico - vá, na sua maioria - ou tocam guitarra, ou escrevem bem, ou têm o dom da palavra falada., ... e, não sendo na sua maioria rapazes lindíssimos, de proporções gregas - expepto o D. esse aí era um deus grego, com beleza de cortar a respiração, charmoso e tal, e tal - têm todos qualquer coisa, algo que eu não sei explicar bem, que é de facto muito atraente para mim.

são os chamados fetiches. ou, por outra, dizem-me que é assim, que é um fetiche. para ser sincera, não concordo. não ando propriamente à procura disso, não me conformo só e apenas com o rapazes que são assim. mas há certas e determinadas coisas, nos espécimes masculinos que, sem me aperceber de imediato disso, me atraem profundamente.
ou, segundo a minha teoria, há características masculinas que me perseguem.


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

querido(a) anónimo(a)

quer-me cá parecer que nos conhecemos .

eu sei que já dei demasiado tempo. foi só um desabafo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

essa gente não percebe



não se trata de querer ou não querer. não se trata de beijar ou não beijar, gostar ou não gostar.

trata-se de resultar ou não. ter uma amizade sólida, ou perder tudo, por querer arriscar em demasia. trata-se de mim . e dele.

e não vale a pena dizer "vai!", "faz!", "atira-te!" . não quando eu sei que, se for, perco-me; se fizer, faço mal, e se me atirar, parto-me toda. não vale a pena lutar quando, à partida já não há esperança e já se vai cansado.

e é exactamente assim que eu eu estou .

terça-feira, 27 de setembro de 2011

pedro granger - versão bad boy



aos trinta anos continua com cara de puto.
com cara de menino fofito e lindito, todo simpático e engraçado.
a questão, fica então colocada - qual é a dele para apresentar um programa em que, basicamente, está a fingir que é mau? 


permitam-me que me corrija, qual é a dele para apresentar um programa em que, basicamente, está a comportar-se como um perfeito anormal inconveniente ? 

geologia = tortura

aqui está um belo exemplar da minha matéria prima a estudar

pedras. calhaus. cientificamente falando, rochas.

podia ser chato. podia ser muito chato. mas é dado pelo professor que eu menos gosto, durante a tarde, numa sala a abarrotar de gente - trinta pessoas.

ou seja, é extremamente aborrecido.

em contrapartida, filosofia e química estão a revelar-se disciplinas super interessantes .

sábado, 24 de setembro de 2011

eu agora sou aluna de ciências,



logo, deixei de escrever.

não, estou mesmo só a brincar. eu agora sou aluna de ciências e não estou a achar aquilo nada fácil. especialmente - talvez unicamente - no que toca a biologia. e os dias passam todos a correr, porque, de manhã e ao início da tarde tenho aulas e depois, quando chego a casa, só penso em estudar. venho à blogosfera à noite, mas já estou tão cansada que já não me apetece escrever nada.

por exemplo, eu sou fã do ficar acordada até altas horas da madrugada a escrever, ver filmes, ver anatomia de grey e tudo mais. fazer limpezas e tudo. eu adoro isso. ontem, como sabem, foi sexta - e se não sabem, é favor ir ouvir a música 'friday' de rebecca black. ontem foi sexta e eu estava tão, tão cansada, que ás onze da noite já estava a dormir.

e só não fui dormir mais cedo porque o meu porto jogou contra o benfica e eu quis muito ver.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

do charme



porque há alturas em que vemos uma pessoa uma única vez na nossa vida, trocamos dois dedinhos de conversa e pronto, estamos apanhadas. não mais nos sai da cabeça, como se tivesse sido colado com super cola3 .

no meu caso é rapaz, mais velho, tem uma barba tipo flynn rider (entrelaçados) e cabelo a fugir para o claro.

e, pois, sim, uma voz parecida com o vocalista dos pearl jam . (e o mesmo nome do meu ex namorado)

e é simpático .

e, por mias que tente, não me sai da cabeça .

domingo, 18 de setembro de 2011

route 66


isto de se estar ligado ao mundo da música tem as suas vantagens. isto de se ter amigos músicos tem as suas vantagens.
ontem à noite foi o concerto da banda de um amigo meu, os route 66.

hoje é a falta de voz. paciência, quando é para apoiar, é para apoiar a sério .