[let's be classy, shall we?]
quarta-feira, 6 de julho de 2011
anestesia
- tens namorado, querida? - perguntou-me a anestesista .
- não... não é bem meu namorado ...
- não é bem? não importa, pensa nele, na mesma . - pediu .
e eu assim fiz .
e a última coisa que me passou pela cabeça foi o primeiro beijo. o nosso primeiro beijo .
e o pós operatório ?
dormir e dormir. muito, muito.,
só tenho coisas boas a dizer do serviço ambulatório pediátrico de espinho . os enfermeiros foram fantásticos e a anestesista também. não conheci mais ninguém, não falei com o médico que me operou, não nada .
choveram chamadas, falei com várias pessoas e não me lembro de quase nada . aliás, a estrelita é capaz de vos saber contar melhor esta parte, porque ela divertiu-se imenso com a minha chamada .
aliás, depois de acordar, tudo se tornou divertido. e indolor .
e depois, chego à conclusão que sou a maior maricas
deste mundo e do outro.
terça-feira, 5 de julho de 2011
keep calm cause...
you really have freakin' great, beautiful and can´t-live-without-each-other friends, who you adore as much as they adore you.
besides, it's going to be ok (;
right ?
um enorme, gigantesco, do tamanho do mundo
e dos arredores todos, obrigada à estrelita.
a força que tu me dás, miúda (;
segunda-feira, 4 de julho de 2011
ainda a minha operação
sabem o que é que era capaz de me pôr de bom humor, amanhã ? sabem o que era capaz de me acalmar, de me sentir um bocadinho melhor e menos stressada?
uma chamada. uma simples chamada telefónica...
uma chamada. uma simples chamada telefónica...
...da pessoa certa .
ahh, pois .
desejem-me sorte, por favor, que eu amanhã vou ser operada.
não é nada de especial, a sério, é uma pequena intrevenção, mas num sítio complicado - complicado para mim, para os médicos deve ser o dia-a-dia .
estou nervosa, muito nervosa, porque tenho uma má experiência com esta história toda e, quando penso na situação, só me apetece chorar . o meu coração está apertado, a minha garganta vai-se fechando aos poucos e eu, medricas, estou toda não-me-toques-nem-fales-sobre-o-assunto-operação-se-não-me-queres-ver-muito-chateada.
vamos lá ver se durmo.
é [também] por isto que eu quero ser obstetra .
há dez anos atrás, samuel arms ficou conhecido por ter sofrido uma intervenção cirurgica ainda dentro do útero da mãe e, durante a operação, ter segurado a mão do cirurgião.
talvez a vocês vos meta impressão. talvez para vocês seja chocante. para mim, é simplesmente adorável. aliás, não consigo imaginar uma melhor sensação que esta de ajudar a trazer ao mundo uma criança.
é [também] por isto que eu quero ser obstetra .
domingo, 3 de julho de 2011
sabem quando...
querem muito, muito, muito, um beijo ? um beijo de uma única pessoa ? e eram capazes de tudo e de qualquer coisa para o ter ?
eu estou assim . quero muito um beijo .
dava tudo, para o ter .
sábado, 2 de julho de 2011
have you really loved a woman
versão original de bryan adams
to really love a woman, let her hold you
'til you know how she needs to be touched
you've got to breathe her, really taste her
'til you can feel her in your blood
and when you can see your unborn children in her eyes
you know you really love a woman.
when you love a woman
you tell her that she's really wanted
when you love a woman
you tell her that she's the one
'cause she needs somebody
to tell her that you'll always be together
so tell me have you ever really
really, really ever loved a woman?
hurt so good
no fim de contas parece-me que todos gostamos de sofrer um pouco. então se for por amor, conseguimos transformar-nos em autênticos kamikazes ao ponto de nos espatifarmos contra um qualquer patife.
sofremos e, quando o sofrimento acaba, já estamos prontos para mais. quando a alegria nos invade, seriamos capazes de qualquer coisa - mesmo que isso signifique sofrer - só para a manter.
porque, afinal, se não sofrêssemos todos um bocadinho, não saberíamos, verdadeiramente, o que é ser feliz. e, se não doesse, não nos importávamos, de facto, com a questão - seja ela qual for .
sexta-feira, 1 de julho de 2011
home
aconselho a toda a gente.
este documentário representa uma hora e meia das vossas vidas. hora e meia essa que, multiplicada por cada pessoa do mundo, pode salvar-nos a todos. e por todos, refiro-me literalmente a todos - animais, plantas, água, terra, Terra, ar, etc, etc, etc.
o que nos custa uma hora e meia ?
o que nos custa uma hora e meia quando podemos salvar o mundo ?
*cliquem em youtube para verem, gratuitamente, o documentário.
lembro-me
lembrava-se de tudo. de cada beijo. de cada abraço. de cada vez que caminharam de mãos dadas. de cada vez que trocaram olhares. de cada vez que lhe disse "és linda".
lembrava-se de cada "amo-te".
lembrava-se de tudo.
e era por isso que não seguia em frente. porque, por mais que tentasse, não conseguia esquecer.
by, ninna
quinta-feira, 30 de junho de 2011
cala-te e beija-me
- cala-te e beija-me - pediu ele, olhando-a nos olhos.
e ela, por não o amar, por não o querer daquela forma, pegou nas suas coisas e veio-se embora, sem nada mais acrescentar. sem lhe realizar o desejo.
by, ninna
ou não fosse o amor o sentimento mais contraditório de todos.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
o meu computador - e a saga continua
lembram-se disto ?
bem, o que estava a acontecer é que eu pensava que tinha perdito toda a informação existente naquele computador. o que significava que tinha perdito todas as minhas imagens, todos os meus filmes, todas as minhas músicas e, mais importante que tudo isso (multiplicado por 12), os meus textos.
mas existem pessoas caridosas neste mundo.
uma delas, foi o meu tio.
não, de facto não tenho computador.
mas não perdi nem uma única informação!
ahh, felicidade, como gosto que te coles a mim !
sábado, 25 de junho de 2011
acredita em mim,
ele parece o sol, não é?
quando estás com ele, sentes o calor na pele e a temperatura corporal sobe o suficiente para te deixar nas nuvens. e quando fala, é como se mais nenhuma voz existisse, não é? porque mais nenhuma voz tem o efeito de te cativar àquele ponto. e quando relembras o seu beijo - ou simplesmente o imaginas - consegues ainda sentir o seu sabor. consegues ainda sentir os seus lábios nos teus, a sua língua na tua.
ele é perfeito, não é?
mas ele não quer nada contigo, pois não?
ele considera-te só sua amiga; ele tem namorada; ele não sabe sequer que existes. e tu passas os teus dias a pensar nele e as tuas noites a sonhar com ele como se, de facto, fosse teu. quando os vês juntos sentes o coração contorcer-se e a garganta fechar-se. quando te fala nela, naquilo que faz com ela, naquilo que faz para ela, naquilo que faz por ela, imaginas se fosse contigo e uma sensação de grande tristeza invade o teu corpo todo.
mas tu ama-lo, não é?
eu sei, também já estive nessa situação. também já amei loucamente, chegando mesmo a sentir pena de mim mesma. chegando ao ponto de não aguentar mais.
sabes que mais ?
o dia em que o deixares ir é o primeiro do resto da tua felicidade.
sonhos em noites de doce estupidez cerebral
esta noite sonhei que tinha um filho . um bebé de um ano, com bochechas fofinhas, pele clara e cabelo loiro.
esta noite vi a coisa mais linda deste mundo e do outro. tive, nos meus braços, a pele mais cheirosa e mais suave de todas.
esta noite fui tãão feliz .
this is war
30seconds to mars
i believe in nothing, not the end and not the start
i believe in nothing, not the earth and not the stars
i believe in nothing, not the day and not the dark
i believe in nothing, but the beating of our hearts
i believe in nothing, one hundred suns until we part i believe in nothing, not in satan, not in god
i believe in nothing, not the earth and not the stars
i believe in nothing, not the day and not the dark
i believe in nothing, but the beating of our hearts
i believe in nothing, one hundred suns until we part i believe in nothing, not in satan, not in god
i believe in nothing, not in peace not in war
i believe in nothing, but the truth of who we are
sexta-feira, 24 de junho de 2011
cool attitude
descobri, hoje, que tenho ideais políticos idênticos aos do gandhi.
sou uma pessoa tão mais feliz, agora.
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